Qual o tratamento mais indicado para quem tem psoríase extensa?

Cada paciente tem que ser avaliado individualmente, levando em conta o tipo de psoríase, idade e outras doenças concomitantes. Segundo o último consenso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, nos casos de psoríase extensa a fototerapia UVB segue como a primeira opção de tratamento.

Dra. Fernanda Bonkevitch Bassanesi – Caxias do Sul/ RS

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Prorrogada a Consulta Pública n. 26 – CONITEC – 24/06

A CONITEC, quer sua opinião a respeito da INCLUSÃO na listagem do SUS, de 05 medicamentos Biológicos para o tratamento da Psoríase Moderada a Grave.
Faça sua contribuição acessando o link: http://conitec.gov.br/consultas-publicas e vá até a CONSULTA PÚBLICA n. 26.
Se não tiver contribuições dos pacientes, entenderá a CONITEC, que NÃO é necessário a inclusão dos medicamentos!!!
PARTICIPE!
Seus familiares e amigos podem participar!

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Especialistas alertam para riscos da troca de remédios biológicos por biossimilares

A discussão sobre a regulamentação de medicamentos biossimilares no Brasil já está superada. Agora, os principais temas que precisam ser debatidos são os problemas da substituição automática de fármacos biológicos pelos biossimilares correspondentes, a farmacovigilância (avaliação do uso e dos efeitos) e também formas de levar esses medicamentos para toda a população. Foi a essa conclusão que chegaram especialistas que discutiram o tema nesta quinta-feira (22), em debate sobre acesso e regulação dos novos fármacos, que abriu o Fórum Medicamentos Biológicos e Biossimilares, realizado pela Folha de S.Paulo com patrocínio da Pfizer e da Roche.
O evento aconteceu no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. A mediação ficou a cargo da repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo, Cláudia Collucci. O medicamento biossimilar é uma cópia do biológico, que é obtido a partir de células vivas modificadas geneticamente. Biofármacos têm estruturas mais complexas do que remédios químicos e são voltados para o tratamento de doenças importantes como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite reumatoide, entre outras. Ao contrário do genérico, porém, o biossimilar não é idêntico ao fármaco de referência, devido à complexidade e variabilidade biológicas e ao fato de o processo de fabricação do biofármaco diferir dependendo do fabricante. O princípio ativo -substância responsável por exercer o efeito farmacológico no organismo-, no entanto, é o mesmo entre ambos. Como o princípio ativo já foi testado no desenvolvimento do fármaco de referência, a efetividade e segurança dos biossimilares estariam supostamente asseguradas. Alguns estudiosos, porém, não estão convencidos de que os testes realizados, que buscam assegurar a proximidade entre os medicamentos originais e suas cópias, são suficientes para mostrar que os biossimilares trazem os mesmos benefícios dos fármacos biológicos. “A discussão está um passo à frente”, afirmou o presidente da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), Antônio Britto. “Havendo medicamento biológico reconhecido e um biossimilar correspondente que também passou por regulação, um pode ser trocado pelo outro” A Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] decidiu que nenhuma relação é sempre intercambiável ou proibida de ser intercambiável. Caberá ao médico definir as circunstâncias em benefício do paciente.” De acordo com Britto, o problema é que, no SUS, o governo acaba priorizando medicamentos mais baratos e pode fazer simplificações perigosas, causando riscos aos pacientes ao igualar biossimilares, que teriam preços mais baixos, aos fármacos de referência. Ele defendeu uma maior conscientização e participação dos médicos na tomada de decisões. “Os governos vivem, diante da falta de dinheiro, convidados à ideia de que o barato, ainda que não totalmente adequado, é melhor do que nada. Mas os medicamentos biológicos colocam uma dificuldade nessa equação”, segundo Britto. Para o diretor de acesso ao mercado e relações governamentais da Roche, Eduardo Calderari, os biossimilares devem ajudar a dar suporte ao sistema de saúde brasileiro, mas não substituirão os biofármacos. Ele também colocou em dúvida o preço mais barato para biossimilares no país, citando os altos custos de desenvolvimento dos novos medicamentos. “Hoje temos produtos biológicos no Brasil com preços abaixo de biossimilares na Europa. Tenho dificuldade em assegurar que vai haver uma redução ainda maior”, afirmou. Calderari lembra também que a disseminação dos biossimilares não deverá garantir o acesso a toda a população. Segundo ele, para isso é importante lançar fármacos com benefícios claros, aliados a projetos de expansão do acesso que levem em consideração a realidade das diferentes regiões do Brasil. EDUCATIVO Sílvia Storpirtis, professora associada da faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, defendeu iniciativas educativas por parte do governo para informar profissionais da saúde a respeito dos novos fármacos que estão chegando ao mercado. Ela destacou a farmacovigilância -avaliação e monitoramento do uso e efeitos de medicamentos a partir do momento em que já entraram no mercado- como principal forma de acompanhar os resultados da inserção dos biossimilares. Segundo Storpirtis, é importante que profissionais de saúde gerem dados clínicos confiáveis e que as negociações entre governo e indústria sempre levem em conta estudos de efetividade. “Através de parâmetros bem estabelecidos, com medicamentos utilizados por pacientes, é preciso avaliar se a tecnologia está cumprindo seu papel e entregando o prometido no momento da incorporação ao mercado”, disse. REGISTROS Já o gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Varley Dias Sousa, afirmou que a farmacovigilância ainda é pouco desenvolvida no Brasil em comparação com outros países. Segundo ele, a agência hoje está reduzindo prazos para a aprovação de novos medicamentos e precisa aumentar o rigor na avaliação de biossimilares que estiverem disponíveis para a população. “Hoje temos sete biossimilares registrados e 14 ainda em avaliação. Esperamos que todos os processos sejam avaliados nos próximos dois ou três meses. Em breve, os medicamentos estarão triplicados em termos numéricos e de volume no mercado.” A Anvisa, no entanto, não inclui no campo regulatório a questão da intercambialidade entre biológicos e biossimilares. Segundo Sousa, com a justificativa de não incorrer em aspectos políticos da discussão nem precisar expandir seus prazos de regulamentação. Para ele, é necessário que pacientes e médicos tomem parte ativa no processo, avaliando as resoluções da agência e levando em conta as particularidades de cada doença.

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Dra. Jaquelini Barboza, no apoio a causa da Psoríase.

Novo projeto sendo trabalhado para buscar apoio parlamentar à oferta de fototerapia pelo SUS na cidade de Santa Cruz do Sul. A Dra Jaquelini Barboza, professora da Unisc e dermatologista do Hospital de Santa Cruz, tem realizado capacitação aos agentes de saúde e médicos de 17 cidades da Região do Rio Pardo sobre psoríase ficou entusiasmada para levar adiante o projeto. Ela fará o levantamento técnico das necessidades que o Hospital necessita para ofertar fototerapia e nós vamos atrás de apoio político para concretizar esse sonho. O tratamento é eficaz e barato, mas pouco disponível no sistema brasileiro de saúde pública. 2018 promete ser um grande ano.

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App ‘Bem Estar’ conecta você e seu médico para alcançarem pele sem lesão na psoríase!

Com o objetivo de auxiliar pacientes e médicos no controle de doenças de pele, a Novartis lançou o aplicativo Bem Estar, uma tecnologia que auxilia no diagnóstico da psoríase, permite o acompanhamento assertivo do desenvolvimento da doença e evolução do tratamento. Funcionando como um diário de sintomas, o app permite a criação de um histórico compartilhado entre paciente e médico, que inclui registros de fotos de lesões e crises, listagem de medicamentos e testes periódicos para avaliação de quadro clínico. O aplicativo está disponível para Android e IOS.
http://saude.novartis.com.br/psoriase/app-bem-estar-conecta-voce-e-seu-medico-para-alcancarem-pele-sem-lesao-na-psoriase/

 

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Ministério da Saúde acatou parecer da CONITEC para a inclusão de tratamento biológico para a artrite psoriásica

A decisão beneficia diretamente os pacientes que tiveram uma resposta inadequada ao tratamento anterior com medicamentos antirreumáticos modificadores do curso da doença (DMARDs) ou que não tiveram sucesso no tratamento com medicamentos biológicos anti-TN.

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde publicou a sua decisão de incorporar o medicamento secuquinumabe (Cosentyx®) para o tratamento da artrite psoriásica ao Sistema Único de Saúde (SUS), acatando o parecer da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC)1. A decisão beneficia diretamente os pacientes que tiveram uma resposta inadequada ao tratamento anterior com medicamentos antirreumáticos modificadores do curso da doença (DMARDs) ou que não tiveram sucesso no tratamento com medicamentos biológicos anti-TNF. Cosentyx® deverá ser disponibilizado aos pacientes do SUS quando houver a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), que deve ocorrer dentro de um prazo de 180 dias após a publicação em Diário Oficial da União.

Artrite psoriásica é uma doença crônica, inflamatória, que afeta tanto as articulações quanto a pele. Trata-se da junção de duas manifestações clínicas: a artrite (dor e inflamação nas articulações) e a psoríase (lesões descamativas na pele)2. Os sintomas incluem dor e rigidez nas articulações, psoríase na pele e nas unhas, dedos inchados, inchaço doloroso persistente dos tendões e danos irreversíveis nas articulações2,3,4

Recentemente apresentado no Congresso Americano de Reumatologia – 2017 ACR/ARHP Annual Meeting San Diego, o estudo FUTURE 5 é o maior estudo randomizado já realizado com um biológico, com quase mil pacientes por 24 semanas, e confirmou que o secuquinumabe inibiu danos nas articulações de pacientes com artrite psoriásica5.

Sobre a Novartis

A Novartis provê soluções inovadoras de saúde que atendem a necessidades em constante evolução dos pacientes e sociedades. Sediada na Basileia, na Suíça, a Novartis oferece um portfólio diversificado para melhor atender a essas necessidades: medicamentos inovadores; medicamentos econômicos, como genéricos e biossimilares; e soluções para o cuidado com os olhos. A Novartis lidera globalmente cada uma dessas áreas. Em 2017, o Grupo alcançou vendas líquidas de US$ 49,1 bilhões, com investimentos em P&D de aproximadamente US$ 9 bilhões. As empresas do Grupo Novartis empregam cerca de 122 mil colaboradores. Os produtos da Novartis são comercializados em aproximadamente 155 países ao redor do mundo. Para mais informações, visite http://www.novartis.com.

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Já disponível adalimumab 80 mg/0,8 ml como terapêutica de indução alternativa

 AbbVie anunciou recentemente o lançamento de adalimumab 80 mg/0,8 ml, uma apresentação concebida como alternativa no início da terapêutica nas indicações aprovadas – psoríase, hidradenite supurativa, doença de Crohn, doença de Crohn pediátrica, colite ulcerosa e uveíte.

Tal como com a formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, que a AbbVie lançou em 2016, também os excipientes e o citrato foram eliminados. A nova formulação contém o dobro do volume e da dosagem de adalimumab 40 mg/0,4 ml e a mesma substância ativa, adalimumab. A eficácia e o perfil de segurança mantêm-se inalterados. Adalimumab 80 mg/0,8 ml está agora disponível em Portugal.

“O lançamento da formulação de adalimumab 80 mg/0,8 ml salienta o nosso empenho constante em melhorar a oferta para os doentes através da investigação e do desenvolvimento”, afirma o Dr. Carlo Pasetto, diretor geral da AbbVie Portugal. “Continuamos empenhados na inovação na área da Imunologia e na exploração contínua de diversas tecnologias e dispositivos cujo objetivo último é melhorar a experiência terapêutica em que doentes e médicos confiam há mais de 14 anos”.

Graças a avanços tecnológicos, a AbbVie eliminou em 2016 o citrato da formulação de adalimumab 40 mg/0,4 ml, depois de os resultados de estudos principais terem revelado uma redução média de 84% da dor no local da injeção imediatamente após a administração de adalimumab 40 mg/0,4 ml em relação a adalimumab 40 mg/0,8 ml. Embora o atual regime posológico aprovado se mantenha igual, adalimumab 80 mg/0,8 ml constitui um avanço planeado, concebido especificamente para ser usado como dose de carga durante o período de indução, nas indicações aprovadas. O uso desta apresentação reduz para metade o número de injeções necessárias, na indução, para as indicações aprovadas.

“Adalimumab 40 mg/0,4 ml permitiu uma redução da dor no local da injeção e é consistente com o historial de eficácia e o perfil de segurança de adalimumab”, explica o Dr. Eduardo Ribeiro, diretor médico da AbbVie Portugal. “Ter atualmente acesso à formulação 80 mg/0,8 ml como dose inicial significa que os doentes irão precisar de menos injeções no início da terapêutica”.

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SBR divulga posicionamento sobre substituição automática de etanercepte original pela sua versão biossimilar

SBR divulga posicionamento sobre substituição automática de etanercepte original pela sua versão biossimilar

Em carta aberta dirigida ao Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Reumatologia manifesta sua preocupação pela troca automática do medicamento etarnecepte original pela sua versão biossimilar, sem o conhecimento do médico prescritor e do pacientes – apesar da entidade apoiar a decisão do Ministério da Saúde em deliberar a compra do medicamento pelo menor custo, em audiência pública, realizada em 9 de janeiro último. A versão biossimilar de etarnecepte foi aprovada no Brasil em 2016, com base em estudo de fase 3, com 596 pacientes de artrite reumatoide, sendo que o grupo tratado com a versão biossimilar apresentou taxa de resposta ao tratamento de 80,8%, versus 81,5% de resposta ao original, ambos na 52ª semana de tratamento. Entretanto, como não há estudos comparativos suficientes sobre intercambialidade e alternância (tratamento ora com o original, ora com biossimilar) entre imunobiológico original e seus biossimilares, “é vital que decisões de troca de medicamentos sejam feitas por decisão compartilhada entre o paciente e seu médico”, diz a carta assinada pelo presidente da SBR, Georges Christopoulos, pelo seu diretor científico, José Tupinambá, e endossada pela Comissão Científica em AR, da própria SBR.

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ANVISA aprova registro do Biológico para o tratamento da psoríase.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no Diário Oficial da União (18 de dezembro), o registro do biológico Taltz (ixequizumabe), anticorpo monoclonal indicado para o tratamento da psoríase. O mecanismo de ação do novo tratamento liga o medicamento seletivamente à interleucina 17A (IL-17A), substância que favorece o crescimento anormal das células da pele, e inibe a interação dela com seu receptor. Desta forma, ixequizumabe inibe a liberação de outros mediadores inflamatórios que mantêm a doença em atividade. O Taltz já está disponível nos Estados Unidos, no Japão, Canadá e na Europa. O produto tem previsão de chegada ao Brasil no primeiro semestre de 2018.

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29.Outubro -Dia Mundial da Psoríase – Campanha 2017

Convidamos a todos os pacientes para fortalecerem nossa luta pela busca de políticas públicas eficazes à doença, contra o preconceito e para melhor qualidade de vida.  Teremos uma série de ações neste mês visando a conscientização da sociedade e dos agentes públicos. A data de 29 de Outubro foi definida pela Organização Mundial da Saúde como o Dia Mundial da Psoríase.

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Troca de medicamentos biológicos por biossimilares divide opiniões na saúde

A intercambialidade entre medicamentos biológicos e os biossimilares foi o tema da audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), nesta terça-feira (15), a pedido da senadora Ana Amélia (PP-RS), que busca informações sobre a possibilidade de troca desses medicamentos de modo a garantir o uso com segurança e eficácia, a custo mais acessível para os pacientes.

Nos últimos 30 anos, os medicamentos biológicos passaram a revolucionar o tratamento de doenças como câncer, diabetes, artrite reumatoide e esclerose múltipla. São produtos inovadores, diferentes dos convencionais vendidos nas farmácias. Enquanto os medicamentos sintéticos são produzidos por meio da manipulação química de substâncias em laboratório – que dão origem aos conhecidos comprimidos, gotas e xaropes -, os biológicos são produzidos a partir de células vivas e são mais aplicados na forma injetável.

Para os remédios sintéticos da farmácia existem cópias idênticas conhecidas como genéricas, que podem ser automaticamente trocadas. Já as cópias dos produtos biológicos, chamadas biossimilares, não são totalmente idênticas. Devido à complexidade das moléculas e das doenças, os riscos associados a esses medicamentos são maiores. Por isso, a troca automática e até a substituição definitiva devem ser cuidadosamente estudadas antes.

Quem decide

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deixou a decisão sobre a troca para os médicos e para o Ministério da Saúde. Varley Dias Sousa, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Agência, ressaltou que a classificação de um medicamento como similar não o torna automaticamente cambiável.

Ele também lembrou que em muitos países estão ocorrendo consultas públicas sobre a aprovação de produtos biológicos novos. A agência reguladora norte-americana (FDA), por exemplo, não tem nenhum medicamento intercambiável, informou.

Como são poucos os produtos biossimilares registrados, além de ainda restritos e caros, a Anvisa recomenda que, além das provas realizadas em laboratório, haja acompanhamento do paciente após a troca ou substituição, para verificar se há falha no tratamento ou inconformidade.

– Hoje nós não temos esses dados. Então, o processo se dá de forma lenta. É importante que haja um sistema de fármaco-vigilância que envolva médicos, pacientes, agência e as próprias empresas para notificação e identificação do perfil farmacológico e farmacocinético desses produtos, o quanto eles são similares – disse Varley.

Regulamentação

O representante da Associação Médica Brasileira (AMB), Valdair Ferreira Pinto, discorda do posicionamento da Anvisa. Ele argumentou que, em princípio, os biossimilares nãos são intercambiáveis e exigem provas clínicas adicionais para serem usados sem prejuízo do tratamento dos pacientes. Por isso, enfatizou a necessidade de regulamentação.

– Nós, médicos, não estamos confortáveis com essa situação. O médico tem poder, autoridade e responsabilidade para trocar a medicação de qualquer paciente, mas ele não tem poder nem autoridade para decidir que produto farmacêutico vai constar nas listas das instituições de saúde. Deixar por conta do Ministério da Saúde, também não, por que ele está muito orientado para a questão econômica. A gente quer a regulamentação da intercambialidade – defendeu.

Mercado

Valderílio Feijó Azevedo, Conselheiro Científico da Biored Brasil, entende que, sem a geração de dados robustos sobre os produtos biológicos no mercado brasileiro, os médicos precisam ser esclarecidos.

– Todas as entidades, como a Sociedade de Reumatologia, apoiam fortemente a introdução de biossimilares no mercado, ninguém é contra. Desde que haja regras muito claras e, para haver substituição automática, que essas cópias sejam no mínimo intercambiáveis. Uma das sugestões é que haja um programa de educação continuada para os profissionais que atendem a rede pública e que isso seja proporcionado pelo Ministério da Saúde – disse.

Custo

Ivan Zimmermann, da Comissão de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no Sistema Único de Saúde (SUS), destacou a equação custo-efetividade, que é levada em conta na definição do recurso investido: o impacto econômico em relação à quantidade de população a ser tratada.

A comissão, explicou ele, tem um prazo de 180 dias para avaliar a nova tecnologia, buscar a redução de custos e priorizar os pacientes mais graves.

– A ampliação do acesso, a redução do custo, seja do genérico seja do biossimilar que tenha essa prova de intercambialidade e substituição automática, tem benefícios enormes para a população e para a produção do complexo industrial em saúde do Brasil – avaliou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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ARTRITE PSORIÁSICA – POSSÍVEIS SINTOMAS

• Inchaço nos dedos das mãos e dos pés
• Rigidez nas articulações durante mais de 30 ou 40 minutos pela
manhã, após atividades físicas ou longos períodos de inatividade
como dormir ou viajar de carro ou avião
• Alterações nas unhas (coloração anormal, pequenas depressões
ou separação da pele inferior)
• Dor nas costas (lombar, costas ou no pescoço)
• Sensibilidade, dor, palpitação ou inchaço nas articulações
• Sensibilidade dolorosa, dor ou inchaço nos tendões
• Mobilidade reduzida
• Fadiga generalizada

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Remédio se mostra eficaz contra duas doenças das articulações

Já aprovada no Brasil, medicação para espondilite anquilosante e artrite psoriática oferece um bom controle no médio prazo.

Um tiro certeiro — e sustentado — contra duas doenças que comprometem as juntas e a qualidade de vida. Eis o feito de um anticorpo monoclonal que foi destaque no último Congresso Europeu de Reumatologia. No encontro recém-ocorrido em Madri, na Espanha, cientistas apresentaram os resultados de estudos de acompanhamento com o medicamento secuquinumabe em pessoas com espondilite anquilosante e artrite psoriática, problemas que, em comum, são marcados por uma inflamação crônica em algumas articulações.

Vamos por partes.

Anticorpos monoclonais como o secuquinumabe, do laboratório Novartis, são medicações injetáveis que funcionam como uma espécie de míssil teleguiado dentro do organismo. Eles miram e inativam uma substância específica, normalmente crucial ao processo inflamatório que fustiga alguma redondeza do corpo. Nesse caso, o secuquinumabe busca neutralizar uma interleucina, a IL-17A, peça-chave na inflamação que acomete as articulações tanto na espondilite anquilosante como na artrite psoriática.

Um dos estudos apresentados no congresso da Liga Europeia de Reumatismoseguiu 290 pessoas com espondilite anquilosante por três anos e constatou sua capacidade de controlar típicas manifestações da doença, que afeta sobretudo a coluna e leva a dor, rigidez e deformação na região. Os médicos comprovaram que o anticorpo monoclonal melhorou os quadros dolorosos à noite, a flexibilidade (principalmente no período da manhã) e a habilidade de realizar tarefas no dia a dia.

No braço de pesquisas direcionadas a pacientes com artrite psoriática, condição que afeta ao redor de 7% das pessoas com psoríase — doença inflamatória da pele marcada pela formação de placas avermelhadas —, o mesmo remédio conseguiu aliviar a dor em três semanas de uso. No acompanhamento por três anos com mais de 400 voluntários, os indivíduos tratados também apresentaram melhoras como a redução do inchaço nas articulações. A artrite psoriática pode afligir tanto as juntas nas extremidades do corpo como trechos da coluna.

A boa notícia para os brasileiros com esses problemas é que o secuquinumabe já está liberado para uso em ambas as condições no país. A mesma medicação também tem aval para ajudar em casos moderados e graves de psoríase.

http://saude.abril.com.br/medicina/remedio-se-mostra-eficaz-contra-duas-doencas-das-articulacoes/

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CONSULTA PÚBLICA 61 – ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre amanhã 26/07 consulta pública para atualizar a cobertura mínima obrigatória que os planos de saúde devem oferecer aos seus beneficiários.
A revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde faz parte de um processo contínuo e periódico realizado pela ANS. Os procedimentos são atualizados para garantir o acesso ao diagnóstico, ao tratamento e ao acompanhamento das doenças por meio de técnicas que possibilitem o melhor resultado em saúde, sempre obedecendo a critérios científicos de segurança e eficiência comprovados.
O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é obrigatório para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, os chamados planos novos, ou aqueles que foram adaptados à lei.
O recebimento das contribuições ocorrerá no período de 27 de junho a 26 de julho, exclusivamente por meio do formulário que será disponibilizado no portal da ANS. O novo rol entrará em vigor em janeiro de 2018.
Infelizmente por decisão da ANS, os medicamentos imunobiologicos não serão incorporados para tratamento da Psoríase! Como ficam os pacientes que necessitam deste tratamento??????
#ImunobiologicosNoRol #PacientesIndignadosComADecisãoDaANS

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Sandoz recebe aprovação na Europa do biossimilar etanercepte para tratamento de múltiplas doenças inflamatórias

  • A Comissão Europeia aprova o medicamento da Sandoz etanercepte biossimilar para tratar doenças imunológicas, tais como artrite reumatoide, psoríase e artrite psoriásica
  • A aprovação do medicamento oferece mais opções de tratamento para profissionais de saúde e pacientes e abre um novo capítulo no portfólio de imunologia da Sandoz
  • A Sandoz agora tem cinco biossimilares aprovados na Europa, incluindo biosimilares de alguns dos principais blockbusters¹ biológicos do mundo

São Paulo, 5 de julho de 2017 — A Sandoz, divisão da Novartis, pioneira e líder mundial em biossimilares, anunciou que a Comissão Europeia (CE) aprovou oetanercepte biossimilar para comercialização na Europa*. O medicamento foi aprovado para uso em todas as indicações do medicamento de referência, Enbrel®2,3.

“A imunologia é uma prioridade para nós e a aprovação do etanercepte biossimilar, a segunda nesta área terapêutica em poucas semanas, demonstra claramente nosso compromisso com os pacientes. Isso também pode ser visto no progresso que estamos fazendo em nosso portfólio de imunologia com duas recentes aceitações na Europa”, diz Carol Lynch, Head Global de Biofarmacêuticos da Sandoz. “Como parte do amplo portfólio de imunologia da Novartis,o etanercepte biossimilar aumenta ainda mais a oferta para profissionais de saúde e pacientes na Europa. Espera-se que sua disponibilidade resulte em mais pacientes sendo tratados com os necessários produtos biológicos”.

O etanercepte biossimilar foi aprovado para artrite reumatoide, espondiloartrite axial (espondilite anquilosante e espondiloartrite axial não-radiográfica), psoríase em placas e artrite psoriásica, bem como para artrite idiopática juvenil e psoríase em placas pediátrica. O etanercepte da Sandoz está disponível em uma seringa pré-preenchida e uma caneta autoinjetora, a SensoReady®, que foi projetada para dar segurança, conforto e conveniência ao paciente2.

A aprovação da CE baseou-se em um abrangente programa de desenvolvimento, que gerou dados analíticos, pré-clínicos e clínicos – incluindo dados farmacocinéticos (PK). O programa demonstrou que o etanercepte biossimilar equipara-se ao seu medicamento de referência em termos de segurança, eficácia e qualidade4–6.

A Sandoz está comprometida em aumentar o acesso do paciente a biossimilares de alta qualidade, que melhoram a vida. É pioneira e líder mundial neste mercado e, agora, com o etanercepte tem cinco biossimilares aprovados na Europa. A Sandoz tem um portfólio líder neste tipo de medicamento e planeja lançar mais três biossimilares para os principais biológicos de oncologia e imunologia até 2020. Como uma divisão do Grupo Novartis, a Sandoz está bem posicionada para liderar a indústria de biossimilares com base em sua experiência e capacidades de desenvolvimento, produção e comercialização.

Sobre o etanercepte biossimilar

A aprovação da CE baseou-se em um abrangente programa de desenvolvimento, incluindo dados analíticos, pré-clínicos e clínicos, que demonstraram a biossimilaridade frente o medicamento de referência, Enbrel®. Os ensaios clínicos incluíram:

  • Um estudo PK que demonstrou bioequivalência nos perfis farmacocinéticos do etanercepte biossimilar e do medicamento de referência e não revelou diferenças clínicas relevantes em segurança, tolerabilidade e imunogenicidade4.
  • O estudo de fase III EGALITY, que gerou dados confirmatórios de eficácia, segurança e imunogenicidade. O estudo incluiu três trocas de tratamento entre o medicamento de referência e o etanercepte biossimilar. Do início até a 52ª semana, tanto nos braços de tratamento com troca de medicação, quanto nos que mantiveram os tratamentos iniciais, o EGALITY não demonstrou diferença significativa nas respostas do Psoriasis Area and Severity Index (PASI) entre o etanercepte biossimilar e o medicamento de referência5. O objetivo primário de obter equivalência nas taxas de resposta do PASI 75 na 12ª semana foi atingido,5-7. O estudo EGALITY também confirmou o perfil de segurança comparável dos dois medicamentos ao longo de 52 semanas. A imunogenicidade foi baixa, como esperado no tratamento com etanercepte6.

Sobre a Sandoz

A Sandoz é líder global em medicamentos genéricos e biossimilares. Como divisão do Grupo Novartis, nosso propósito é descobrir novas maneiras de melhorar e prolongar a vida das pessoas. Contribuímos com a sociedade, apoiando crescentes necessidades de cuidados de saúde, por meio abordagens inovadoras para ajudar as pessoas em todo o mundo a terem acesso a medicamentos de alta qualidade. Nosso portfólio possui aproximadamente 1.000 moléculas, abrangendo todas as principais áreas terapêuticas. Em 2016, as vendas da companhia representaram US$ 10,1 bilhões. No ano passado, nossos produtos atingiram mais de 500 milhões de pacientes e aspiramos atingir um bilhão. A Sandoz está sediada em Holzkirchen, na região de Munique, na Alemanha.

*Espaço Econômico Europeu (EEE. O Espaço Econômico Europeu (EEE) prevê a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais no mercado interno da União Europeia (UE) entre os seus 28 países-membros, bem como três dos quatro estados-membros da  Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA): Islândia, Liechtenstein e Noruega.

† Enbrel® é uma marca registrada da Pfizer na Europa e da Amgen nos EUA.

Referências

  1. European Medicines Agency. European public assessment reports. Available at: http://www.ema.europa.eu/ema/index.jsp?curl=pages/medicines/landing/epar… (link is external). [Accessed: June 2017].
  2. European Medicines Agency. Erelzi® Summary of Product Characteristics.
  3. European Medicines Agency. Enbrel® Summary of Product Characteristics. Available at: https://www.medicines.org.uk/emc/medicine/3343 (link is external). [Accessed: June 2017].
  4. von Richter O, et al. GP2015, a proposed etanercept biosimilar: Pharmacokinetic similarity to its reference product and comparison of its auto-injector device with pre-filled syringes. Br J Clin Pharmacol 2016; 83: 732-741.
  5. Griffiths C, et al. The EGALITY study: a confirmatory, randomized, double-blind study comparing the efficacy, safety and immunogenicity of GP2015, a proposed etanercept biosimilar, vs. the originator product in patients with moderate-to-severe chronic plaque-type psoriasis. Br J Dermatol 2017; 176: 928-938.
  6. Hofmann HP, et al. Characterization and non-clinical assessment of the proposed etanercept biosimilar GP2015 with originator etanercept (Enbrel®). Exp Opin Biol Ther 2016; 16: 1185-95.

Griffiths C, et al. Poster presented at Psoriasis 2016, 5th Congress of the Psoriasis International Network (PIN), July 2016 [e-poster P222].

Fonte: Conteúdo.Net

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Tramita na Câmara dos Deputados, após aprovação do Senado Federal, um projeto de lei que visa acelerar a a liberação de pesquisas clínicas no Brasil.

A matéria é de autoria do parlamentar sul-matogrossense, Waldemir Moka (PMDB).

O projeto foi apresentado pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS), em conjunto com a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) e com o senador licenciado Walter Pinheiro (PT-BA).

O texto cria um marco regulatório para análise e registro de novos medicamentos no tratamento de câncer, Alzheimer, diabetes e outras doenças, além de fixar regras a serem cumpridas nos estudos em seres humanos.

Atualmente, o Brasil é uma das nações mais atrasadas em relação à duração dos processos de autorização e condução dos protocolos de pesquisas. Enquanto no restante do mundo esses procedimentos consomem um prazo que varia de três a no máximo seis meses, no país eles provocam entre dez e 15 meses de espera.

Desburocratização

O projeto contém dispositivos que visam proteger a saúde do voluntário de pesquisa, mediante a garantia de assistência médica com pessoal qualificado durante toda a execução do estudo. De acordo com os autores, o projeto pretende, sobretudo, desburocratizar o sistema e acelerar a liberação de novos testes.

Entre outros pontos, o PLS 200/2015 estabelece exigência de aprovação e revisão dos estudos por parte de comitês de ética em pesquisa; liberdade para o participante se retirar a qualquer momento do estudo; condução da pesquisa por equipe formada por pessoas cientificamente qualificadas e de forma a evitar sofrimento e danos desnecessários; suspensão dos procedimentos quando se evidenciar possibilidade de dano, invalidez ou morte; obrigatoriedade de dar publicidade aos resultados; e teste de novos métodos terapêuticos em comparação com os métodos existentes. Também cria o Sistema Nacional de Revisão Ética das Pesquisas Clínicas, instância que pretende combinar a ação dos diversos comitês de ética em pesquisa existentes.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) ressaltou que o projeto trata da dor de milhares de famílias que tem urgência na cura de algum paciente próximo. Segundo ela, o incentivo à pesquisa presente na proposta vem no sentido de agilizar essa cura.

– Não estamos aqui defendendo interesses econômicos de quem quer que seja. Não podemos confundir pesquisa, ciência, com política e ideologia. Estamos já num momento de dizer “sim” a esse projeto que, mais do que tudo, é uma resposta aos portadores de câncer que aguardam uma saída, uma esperança de cura para essa doença que, cada vez mais, está assustando pelo seu crescimento entre os brasileiros – disse.

Moka disse que o projeto, caso vire lei, será grande vitória para o Brasil e, sobretudo, para pacientes que convivem com doenças raras e desconhecidas. “Não tenho dúvida de que o país começará a desenvolver grandes estudos para ajudar a ciência a tratar melhor a saúde de todas as pessoas aqui e lá fora”, argumenta o parlamentar sul-mato-grossense.

Procedimentos

De acordo com o texto, a pesquisa deve observar: equilíbrio de gênero na composição dos comitês de ética e do controle social; máxima independência dos comitês de ética; responsabilidade do investigador em prestar os cuidados médicos aos participantes da pesquisa durante toda a sua execução; proteção ao sujeito da pesquisa em caso de uso de placebo – que só pode ser usado quando não há alternativa terapêutica efetiva para a doença objeto do estudo ou em tratamentos combinados; e eliminação de ambiguidades que possam comprometer o direito de acesso do participante ao medicamento experimental no pós-estudo. Também fica garantido que o tratamento de comparação, quando se usa o placebo, seja “o melhor tratamento ou procedimento que seria habitualmente realizado na prática clínica”.

O projeto também estabelece condições para a participação de criança, adolescente ou pessoa adulta incapaz de expressar validamente a própria vontade, ainda que circunstancialmente, em pesquisa clínica e, também, de mulheres grávidas.

Detalha ainda as condições que devem reger o termo de consentimento e as informações a serem fornecidas ao sujeito da pesquisa. A este serão garantidos o anonimato e o sigilo das informações e providas as condições para a sua privacidade, sendo vedada a remuneração ou a concessão de qualquer tipo de vantagem por sua participação em ensaio clínico. Não se configura como remuneração ou vantagem o ressarcimento de despesas com transporte ou alimentação e outros tipos de ressarcimento, segundo o protocolo da pesquisa.

A participação de sujeitos saudáveis em pesquisa de fase inicial, quando não houver benefícios terapêuticos diretos a esses participantes, pode ser remunerada, desde que verificadas as condições previstas no projeto.

Fornecimento permanente de remédio

A senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) defendeu emenda de sua autoria para garantir aos pacientes que se submeterem à condição de cobaias em pesquisas clínicas o fornecimento permanente do medicamento que será desenvolvido a partir do experimento. A proposta previa que o fornecimento gratuito de medicamento só ocorreria até dois anos após a liberação e o início da comercialização do remédio.

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Instituído Programa de Apoio aos Portadores de Psoríase pela Câmara de Uruguaiana

Os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei que institui o Programa de Apoio aos Portadores de Psoríase. De autoria da vereadora Suzana Alves, a matéria promove a conscientização para prevenção, conhecimento e tratamento da doença auto imune caracterizada por manchas na pele.

Conforme o Projeto, a rede pública municipal de saúde com apoio de especialistas e de representantes de associações de portadores de psoríase, terão como objetivo promover exame para diagnóstico; desenvolver um sistema de informações e acompanhamento dos casos e estabelecer uma rede de apoio psicológico aos pacientes. Também destaca-se a necessária realização de campanhas de esclarecimento sobre a psoríase com criação de cartilhas explicativas e divulgação dos endereços das unidades de atendimento.

“A psoríase está associada a um maior risco de desenvolver artrite psoriática, linfomas, doenças cardiovasculares, doença de Crohn e depressão. Não se sabe ainda o que a provoca, mas uma certeza você pode ter: a psoríase não é contagiosa”, considerou a vereadora sobre a importância do Projeto de conscientização. “Disseminar informação sobre a doença é a melhor maneira de combater o preconceito. Algumas vezes, os portadores são vítimas de comentários preconceituosos, e podem ser isolados dos grupos”, concluiu Suzana.

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PACIENTES DOS PLANOS DE SAÚDE

Motivo pela NÃO incorporação dos medicamentos Biológicos! Segundo a ANS não há evidências científicas!.

Existem SIM evidências, inúmeros estudos comprovando isso. Se compararmos os critérios exigidos para avaliação na confecção tanto do PCDT (Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas) como do rol da ANS para o tratamento da psoriase, estes são muito mais rigorosos do que os utilizados para artrite psoriásica, que nada mais é do que uma manifestação da psoríase. Se o mesmo rigor fosse utilizado para a artrite psoriásica, esses medicamentos também não seriam aprovados. Entretanto, temos vários deles aprovados e atualmente estão revendo os protocolos para aumentar as opções- ou seja – algo totalmente contraditório, segundo o Dermatologista Dr. Paulo Antonio Oldani Felix, Conselheiro Científico da Psoríase Brasil e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Vereadores confirmam a criação da Rede de Atenção às Pessoas com Psoríase

AGORA É LEI !
REDE DE ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM PSORÍASE!!!
A Câmara Municipal de Porto Alegre derrubou hoje (4/5) o veto total do Executivo ao projeto do vereador José Freitas (PRB) que propõe a instituição, no Município, da Rede de Atenção às Pessoas com Psoríase. A psoríase é uma doença crônica, não-transmissível, dolorosa e para a qual não existe cura. Além da dor, prurido e hemorragia causada por psoríase, muitos indivíduos são afetados em todo o mundo pelo estigma da discriminação. Os portadores da enfermidade têm um risco elevado para doenças cardiovasculares e hepáticas, diabetes, obesidade, Doença de Crohn, colite ulcerativa, síndrome metabólica e acidente vascular cerebral (AVC).

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Artrite Psoriásica

Doença inflamatória com base genética e imunológica, afeta ligamentos, tendões, grandes e pequenas articulações (juntas) e, além da dor, pode causar destruição progressiva das articulações.
É diretamente ligada à psoríase onde o sistema imunológico provoca uma inflamação na pele deixando-a avermelhada e com placas branco-escamosas. Um em cada três pacientes com psoríase podem apresentar.
Na maioria das vezes a psoríase surge antes de se perceber as manifestações articulares, independente da gravidade da doença de pele. No entanto, algumas vezes as manifestações articulares podem aparecer antes da psoríase. Em poucos casos, a psoríase e as manifestações articulares surgem ao mesmo tempo.
Homens e mulheres podem ser acometidos na mesma proporção

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CONSULTA PÚBLICA N. 9 – PCDT ARTRITE PSORIÁSICA

Consulta Pública n. 9, Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Artrite Psoríaca.
Pacientes, familiares e amigos podem fazer suas contribições é só clicar no link abaixo!
http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php…

A Participação da sociedade ajudará nas decisões sobre a incorporação de novas tecnologias no SUS, elas têm o objetivo de estimular a participação da sociedade no processo de avaliação de tecnologias em saúde que antecede a incorporação, exclusão ou alteração de medicamentos, produtos e procedimentos utilizados no SUS.

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VACINA DA FEBRE AMARELA

Pacientes com Psoríase podem se vacinar desde que não estejam realizando tratamento com imunossupressores.
Fonte: Dermatologista Dr.André V.Carvalho.

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CONSUMO DE BEBIDA ALCOÓLICA PARA QUEM TEM PSORÍASE

Embora se saiba que a psoríase é um distúrbio relacionado ao mau funcionamento do sistema imunológico, não se conhece com detalhes a sua causa – logo, também não se se sabe como é possível chegar à sua cura. É sabido, porém, que certos hábitos podem melhorar ou agravar o problema. No caso do álcool, o seu consumo é algo que pode piorar os sintomas da doença.

A psoríase se caracteriza principalmente pelo aparecimento de placas avermelhadas sobre a pele e a ocorrência de coceiras em várias partes do corpo. Assim como momentos de maior estresse podem desencadear uma série de reações no organismo, quem sofre com a doença pode perceber que o consumo de álcool pode agravar os sintomas.

Não se sabe exatamente a ligação entre o álcool e a psoríase. É possível que o consumo de bebidas alcoólicas afete o sistema imunológico do paciente, desencadeando o aparecimento dos sintomas. Também é possível que o problema esteja relacionado ao fato de o álcool, por seu efeito diurético, deixar a pessoa mais desidratada — e o grau de hidratação da pele é um importante fator para amenizar as coceiras características da doença.

Por último, é possível também que o álcool provoque alguma reação adversa caso o paciente esteja fazendo uso de algum medicamento para a psoríase. Para evitar problemas, consulte a bula da medicação e tente seguir suas recomendações. E procure seu médico sempre que surgirem dúvidas.

Mesmo considerando todas essas ressalvas, é claro que as pessoas que sofrem com a psoríase não precisam cortar as bebidas alcoólicas definitivamente de suas vidas. O importante, na verdade, é que o consumo seja feito com moderação. Esse conselho vale para todas as pessoas de modo geral, mas é especialmente importante para quem enfrenta essa doença.

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Entendendo a Psoríase

Isso ocorre porque essas células alteradas, que se replicam de forma anormal, acabam por gerar uma resposta, uma reação do nosso organismo, da nossa imunidade, das nossas defesas naturais, e nosso corpo passa a produzir substâncias químicas que iniciam a irritação nesses locais, da mesma maneira que correria se fosse um problema causado por um micro–organismo que estivesse invadindo a nossa pele (uma bactéria ou um vírus, por exemplo). Nada mais é do que o nosso próprio organismo tentando resolver o problema; só que esse problema, a psoríase, o nosso organismo não consegue resolver, daí as lesões, e o surgimento da doença.
Fonte: Protetores da Pele – Doutor eu tenho Psoríase

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Fototerapia – Convênio

Pacientes! A Psorisul tem convênio com a Fotoclínica. Faça seu cadastro no site da Psorisul e tenha descontos nas sessões de fototerapia.

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11 DE MARÇO – PRAZO FINAL DA ENQUETE DA CONITEC.

PACIENTES, FAMILIARES PARTICIPEM DA ENQUETE!
Vamos exigir a inclusão dos medicamentos que não foram incluídos no último PCDT, (a pomada Calcipotriol + diproprionato de betametasona e os medicamentos biológicos – Ustekinumabe, Etarnecepte, Infliximabe, Adalimumabe) sejam incorporados no tratamento da Psoríase. Participe, acessando o link e clique na enquete e responda: http://conitec.gov.br/…/conitec-disponibiliza-enquete-para-…

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Chamada Pública de atualização do protocolo do tratamento da Psoríase

Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) são documentos elaborados com o objetivo de nortear as ações dos profissionais de saúde na triagem, diagnóstico, tratamento, acompanhamento e ações de prevenção. “Sobre a psoríase, o PCDT atual não considera terapias mais modernas, como os medicamentos imunobiológicos, que têm demonstrado importantes benefícios para pacientes com psoríase moderada a grave que não respondem a outros tratamentos”, explica Dr. Paulo Oldani, especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Paciente, familiares e amigos, Participem da Enquete! Basta clicar no link http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php……

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ATIVIDADE FÍSICA E PSORÍASE

Atividade física e Psoríase

Os exercícios físicos regulares podem contribuir não apenas para seu bem-estar, mas também para o controle da psoríase.

Por isso, vale a pena integrar a atividade física à sua rotina diária.Caso nunca tenha praticado exercícios físicos regularmente ou, ainda, se não tiver certeza sobre qual atividade é mais adequada para você, converse com seu médico. Ele poderá ajudá-lo a melhorar e aumentar o grau das atividades aos poucos.

Isso pode ser um exercício de 30 minutos em cinco ou mais dias durante a semana, ou sessões curtas de atividade física distribuídas durante o dia.

Leia mais: http://bit.ly/1MML0LD

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ENQUETE – TRATAMENTO DE FOTOTERAPIA ATRAVÉS DO SUS

Estamos mapeando a disponibilidade de serviços de FOTOTERAPIA pelo SUS no Brasil. Gostaríamos de saber se você tem acesso a fototerapia no seu Município/Estado.
Acesse e contribua:

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Ajude a evitar o preconceito e compartilhe a verdade sobre a psoríase: ela não pega!

Um dos principais problemas que portadores de psoríase enfrentam é o desconhecimento sobre a doença. Como a psoríase afeta especialmente a pele ou outras partes visíveis do corpo, como as unhas, o resultado pode ser a rejeição das pessoas ao doente.

A pele descamada e a aparência de irritação nas áreas afetadas podem dar a sensação de que a doença é transmissível. Mas esse é dos grandes mitos associados à doença, que não é transmissível ao tocar no paciente ou ao compartilhar roupas e objetos com ele. Também não se contrai a doença por relações sexuais ou pelo beijo. Por isso, os portadores podem e devem manter uma convivência normal com seus amigos e familiares.

Trata-se de uma doença autoimune, que afeta homens e mulheres da mesma forma no mundo todo.

Um dos principais efeitos colaterais da doença é a depressão provocada pelo preconceito e pelo estigma que os pacientes de psoríase sofrem. Em alguns casos, a pessoa acaba abandonando o convívio social para evitar ser vista de maneira diferente ou para evitar os olhares curiosos e desconfiados de quem não tem conhecimento sobre a doença.

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Aprenda a aceitar-se como você é

Algumas pessoas com psoríase acham que é difícil aceitar a aparência de sua pele. Se isso é um problema para você, tente gastar de 5 a 10 minutos todos os dias olhando para as áreas afetadas. Tente não ser tão duro consigo mesmo. Aprenda a aceitar-se do jeito como você é. Faça isso regularmente e, em pouco tempo, poderá se sentir melhor sobre a sua condição.

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ANVISA aprova o primeiro tratamento biológico inibidor da IL-17A para pacientes com psoríase em placas moderada a grave

ANVISA aprova o primeiro tratamento biológico inibidor da IL-17A para pacientes com psoríase em placas moderada a grave, em pacientes adultos candidatos à terapia sistêmica ou fototerapia1
• Em estudos, o novo medicamento biológico da Novartis apresentou resultados significativos e superiores a alguns dos tratamentos atuais: 8 em cada 10 pacientes com psoríase apresentaram 90% ou mais de melhora após 16 semanas de tratamento, o que significa ter a pele sem lesão ou quase sem lesão, metas do tratamento da doença9.
• Muitos pacientes em tratamento com secuquinumabe mantiveram o resultado de 90% ou mais de melhora por até três anos do estudo3
São Paulo, 13 de janeiro de 2016 – A Novartis anuncia a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)1 de uma nova opção de tratamento da psoríase, doença crônica inflamatória de pele, que atinge cerca de três milhões4 de brasileiros. Cosentyx™ (secuquinumabe) é o primeiro e único medicamento biológico totalmente humano aprovado no Brasil que inibe a IL-17A, uma proteína chave encontrada em concentrações elevadas na pele afetada pela psoríase5-8.
Veja a matéria completa: http://www.maxpressnet.com.br/…/1,812260,CosentyxT_medicame…

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O QUE É FOTOTERAPIA ARTIFICIAL E COMO ELA AJUDA PACIENTES DE PSORÍASE ?

Uma das principais recomendações no tratamento para psoríase são os banhos de sol. A doença não tem cura, mas os pacientes podem ser tratados para controlar os sintomas, que podem até desaparecer. Os raios solares, mais especificamente os raios UVB, ajudam a reduzir as inflamações e a secar as placas avermelhadas na pele, que são os maiores sintomas da psoríase.
Em casos mais graves de psoríase, os dermatologistas podem indicar um tratamento com fototerapia artificial. Esta seria uma ação complementar aos banhos de sol para potencializar os resultados. A fototerapia artificial é uma seção em que o paciente recebe os raios ultravioletas de forma controlada. Tem muitas vantagens, entre elas o fato de ser indolor.
Além disso, com a fototerapia artificial os pacientes não dependem das condições do tempo. Mesmo nas estações mais frias e chuvosas, ou quando o tempo está encoberto, o tratamento pode prosseguir. Além disso, quem vai aplicar a fototerapia conseguirá dosar a quantidade de exposição à luz que o paciente precisa. No caso dos banhos naturais de sol, a recomendação é de duração de 10 a 30 minutos.
Para fazer o tratamento, é preciso procurar uma clínica de confiança, de preferência indicada pelo seu dermatologista. O tratamento pode ter alguns efeitos colaterais, entre eles o envelhecimento da pele. Se mal feito, pode provocar queimaduras no paciente. Por isso, é preciso tomar o cuidado de seguir a indicação médica para ter certeza de que é uma opção adequada para o seu caso.
O tratamento mais comum é aquele em que o paciente entra em uma cabine com uma câmera fluorescente que emite os raios UVA e UVB. Existe também a puvaterapia, que é associada a medicamentos foto ativos, ou seja, fazem com que a pele fique mais sensível à luz. Isso potencializa a seção de fototerapia. É uma opção indicada para os casos mais graves de psoríase.
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Pesquisa Mundial sobre “Percepção e qualidade de vida dos pacientes que convivem com a doença”.

A Psoríase Brasil, junto com outras associações de pacientes do mundo todo, está apoiando uma pesquisa global que visa demonstrar o impacto da ‪#‎psoriase‬ na vida dos pacientes que convivem com ela. ‘Clear about psoriasis’: Psoríase às claras é hoje a maior pesquisa já trabalhada para pacientes com psoríase moderada a grave. Ela visa ajudar milhões pessoas a entenderem melhor e se conscientizarem do impacto da doença na vida de pacientes do mundo todo. Se você é um paciente de psoríase, por favor, ajude-nos completando a pesquisa através do link https://www1.surveys.gfk.com/wix/p20095899.aspx

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Consulta Pública n. 37/2015 – Incorporação do Medicamento Golimumabe para o tratamento da ARTRITE PSORIÁSICA

Pacientes, importantíssimo todos participarem da Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 37/2015, pela incorporação do Medicamento Golimumabe para o tratamento da ARTRITE PSORIÁSICA.
As contribuições tanto podem ser feitas por pacientes, amigos, familiares, cuidadores e profissionais de saúde. Sua contribuição é importante
Acesse o link abaixo e preencha o formulário/
http://conitec.gov.br/index.…/contribuicao-consulta-publica…

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Pesquisadores descobriram que muitas pessoas com psoríase para as quais foi prescrito um tratamento tópico não o utilizam conforme instruído.

A psoríase é uma condição permanente, mas se usados corretamente, os tratamentos podem ajudá-lo a gerir de forma eficaz; e as placas até desaparecer com o tratamento e os cuidados adequados.
O tratamento pode às vezes parecer um aborrecimento, mas é importante ponderar os benefícios de longo prazo contra os inconvenientes de curto prazo. Para algumas pessoas, o tratamento pode ajudar as suas placas desaparecerem completamente por semanas, meses e em alguns casos até mesmo por anos.
Outros podem achar que, embora eles sempre apresentem algumas placas, realizar seu tratamento, alivia significativamente seus sintomas.
Existem muitos tratamentos diferentes disponíveis, e todos eles têm um mesmo objetivo: melhorar a sua psoríase. Qualquer um que você usar, é importante que você use conforme orientado, e saber que cada tratamento da psoríase funciona de forma diferente. Algumas terapias começam a trabalhar mais rápido do que outras. veja a matéria completa acessando: http://www.programaqualitycare.com.br/myqualitycare/articles/gerenciando-seu-tratamento/o-abc-para-ajudar-a-controlar-sua-psoriase

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Dieta saudável garante qualidade de vida !

Embora não haja uma ligação científica entre alimentação e psoríase, muitos pacientes acreditam que alguns tipos de alimentos ativam seus as crises. Não existem evidências científicas que justifiquem a exclusão de determinadas comidas da dieta do paciente com psoríase. A orientação dietética a ser transmitida a ele visa fazer com que o paciente adote uma dieta mais saudável e equilibrada.
Veja abaixo alimentos que podem ser a base de uma dieta saudável e auxiliar no tratamento:
– peixes de água fria, como atum, salmão, sardinha e bacalhau, ricos em ômega 3
– azeite, sementes e nozes também são recomendados por serem ricos nessa substância
– quanto mais colorido de vegetais for o prato, melhor. Tenha sempre à mesa cenouras, couve, batata doce, abóbora, brócolis, mangas, figos e morango. O morango é rico em ácido fólico, substância que ajuda a controlar a inflamação.
Fonte: www.psoriasetemtratamento.com.br

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Sol e Psoríase

O Sol ajuda a combater as inflamações, sendo benéfico aos portadores de psoríase. Bastam dez minutos diariamente ou pelo menos 3 a 4 vezes na semana. Neste caso, deixe para passar protetor depois do banho de sol para obter melhor resultado.
Reaplique ao longo do dia.

www.psoriasetemtratamento.com.br

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Lidando com a psoríase

Todo mundo lida com a psoríase de forma diferente, e a escolha da terapia deve ser baseada em conversas entre você e seu médico.Um tratamento que funciona bem para uma pessoa pode não funcionar para outra. E, em alguns casos, um tratamento que já funcionou bem para alguém pode não ser a escolha certa para ele no futuro.Então trabalhe com seu médico para encontrar o tratamento adequado para você.

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Psoríase : uma visão geral e algumas informações básicas

Inicialmente, quando o seu médico diagnostica psoríase, pode parecer muito para assimilar. Embora possa ser um alívio saber que sua condição tem um nome e que algo pode ser feito, muitas pessoas descobrem que o alívio é misturado com sentimentos de choque, medo, incerteza – e até mesmo raiva.
A experiência de cada um com psoríase será diferente, variando desde manchas ocasionais muito suaves e coceira até sintomas físicos muito mais graves.
Se você tem psoríase você não precisa apenas aceitá-la. Ao conhecer o máximo que puder sobre a condição, você terá a informação que você precisa para lidar com sua psoríase, da melhor forma possível.
O que é a psoríase?
A psoríase é uma condição clínica que normalmente envolve o crescimento muito acelerado das células da pele. Sinais defeituosos originados no sistema imunológico causa-me formação de novas células da pele em dias e não em semanas. O crescimento excessivo das células da pele ocasiona as lesões de psoríase. As lesões apresentam três características: descamação, espessamento e inflamação (vermelhidão). É importante destacar que o crescimento celular acelerado nada tem a ver com câncer. A experiência de cada um com a psoríase será diferente, variando desde manchas ocasionais muito suaves e coceira até sintomas físicos muito mais graves.
Até 30% das pessoas que têm psoríase podem também apresentar artrite psoriásica em suas articulações. Se você acredita que pode estar afetado, converse com seu médico e explique o porquê.
Matéria completa acesse www.programaqualitycare.com.br – programa de apoio ao paciente

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PESQUISA MUNDIAL SOBRE PSORÍASE

A Psoríase Brasil, junto com outras associações de pacientes do mundo todo, está apoiando uma pesquisa global que visa demonstrar o impacto da #psoriase na vida dos pacientes que convivem com ela. ‘Clear about psoriasis’: Psoríase às claras é hoje a maior pesquisa já trabalhada para pacientes com psoríase moderada a grave. Ela visa ajudar milhões pessoas a entenderem melhor e se conscientizarem do impacto da doença na vida de pacientes do mundo todo. Se você é um paciente de psoríase, por favor, ajude-nos completando a pesquisa através do link https://www1.surveys.gfk.com/wix/p20095899.aspx
Vamos juntos entender e mostrar o impacto da #psoriase na vida do paciente, ajudando no alcance de mais qualidade de vida!

A sua participação é fundamental!

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Feche a porta para o estresse e ansiedade

Por que o otimismo é parte importante do controle da psoríase?

Muitas pessoas acreditam que o estresse está relacionado à psoríase. As evidências também mostram que este pode, sim, ser um fator que leva à primeira aparição da doença ou ao agravamento da psoríase já existente.

Tendo dito isso, os efeitos específicos do estresse em cada indivíduo são difíceis de avaliar – é muito pessoal, abrange diferentes níveis e as causas do estresse podem afetar pessoas de formas diferentes.

Não tenha medo de conversar com seu médico sobre qualquer situação de estresse ou ansiedade que possa estar vivendo.

Ao lado da tensão diária de viver com psoríase, o estresse pode desempenhar um papel importante que pode variar de crise pessoal e trauma psicológico sério à irritação causada pelo trabalho ou por voltar às aulas após as férias.

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Você tem diagnóstico de Artrite Psoriásica?

A artrite psoriática é um tipo de artrite que afeta algumas pessoas com psoríase, doença em que partes da pele ficam avermelhadas e com placas branco-escamosas. A psoríase é uma doença em que o sistema imunológico causa uma inflamação na pele, mas, quando o problema se estende para as juntas do corpo, tornando-as inchadas e rígidas, ele é classificado como artrite psoriática.
Na maioria das vezes o diagnóstico da doença de pele surge antes de se perceber a artrite psoriática. No entanto, existem casos em que o problema nas juntas aparece antes.
A artrite psoriática tem a mesma incidência em homens e mulheres. Vejam o resultado do questionário:

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Psoríase e Dor nas Articulações

Se você tem psoríase e está apresentando dor, rigidez ou inchaço ao redor de suas articulações, você deve discutir isso com seu dermatologista. Você pode estar com sintomas de uma doença relacionada, conhecida como artrite psoriásica.

A detecção precoce é fundamental

Mesmo se você ainda não sente dor nas articulações, é importante estar atento quanto a isso. A artrite psoriásica é uma doença séria, então quanto antes for diagnosticada e tratada, melhor. A detecção precoce e o tratamento adequado podem ajudar a evitar ou limitar grandes danos às suas articulações que podem ocorrer em estágios avançados da doença. Veja a matéria completa acessando: www.entendapsoriase.com.br

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Medicamentos disponibilizados pelos SUS para o tratamento da Psoríase

Medicamentos distribuídos pelo Sistema Único de Saúde para tratamento da psoríase, conforme Portaria 1229 do MS de Novembro/2013

Ácido salicílico
Alcatrão mineral
Clobetasol (creme) – Clobetasol (solução capilar)
Dexametasona
Calcipotriol
Acitretina
Metotrexato
Ciclosporina

O tratamento de FOTOTERAPIA, também é disponibilizado pelo SUS.

Fale para gente se você tem acesso aos medicamentos que DEVERIAM ser disponibilizados pelo SUS, participando da nossa enquete:
http://psoriasebrasil.polldaddy.com/s/você-tem-acesso-aos-m…

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